segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Globo de Ouro 2014

Neste domingo 12 e novamente apresentado pelas atrizes Tina Fey e Amy Poehler, aconteceu no International Ballroom do Hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills a 71ª entrega do Globo de Ouro.
Saiba quais foram os ganhadores deste ano:

Melhor Filme Drama: 12 Anos de Escravidão
Melhor Filme Musical/Comédia: Trapaça
Melhor Ator Drama: Matthew McConaughey (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Drama: Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Melhor Ator Musical/Comédia: Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street)
Melhor Atriz Musical/Comédia: Amy Adams (Trapaça)
Melhor Ator Coadjuvante: Jared Leto (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Coadjuvante: Jennifer Lawrence (Trapaça)
Melhor Diretor: Alfonso Cuaron (Gravidade)
Melhor Roteiro: Spike Jonze (Ela)
Melhor Filme em Lingua Estrangeira: A grande beleza (Itália)
Melhor Longa Animado: Frozen: Uma aventura congelante
Melhor Trilha Sonora Original: "All Is Lost"
Melhor Canção Original: Ordinary Love (Mandela: Long Walk to Freedom)
Melhor Série Drama: Breaking Bad
Melhor Atriz em Série Dramática: Robin Wright (House of Cards)
Melhor Ator em Série Dramática: Bryan Cranston (Breaking Bad)
Melhor Série Comédia/Musical: Brooklyn Nine-Nine
Melhor Atriz em Série Musical/Humor: Amy Poehler (Parks and Recreation)
Melhor Ator em Série Musical/Humor Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine)
Melhor Minissérie ou Telefilme: Behind the Candelabra
Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: Jacqueline Bisset (Dancing on the Edge)
Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: John Voight (Ray Donovan)
Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme: Elisabeth Moss (Top of the Lake)
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme: Michael Douglas (Behind the Candelabra)

Prêmio Cecil B. DeMille - Woody Allen (Diane Keaton representou-o)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Na Estrada (On The Road)

Nova York, Estados Unidos. Sal Paradise (Sam Riley) é um aspirante a escritor que acaba de perder o pai. Ao conhecer Dean Moriarty (Garrett Hedlund) ele é apresentado a um mundo até então desconhecido, onde há bastante liberdade no sexo e no uso de drogas. Logo Sal e Dean se tornam grandes amigos, dividindo a parceria com a jovem Marylou (Kristen Stewart), que é apaixonada por Dean. Os três viajam pelas estradas do interior do país, sempre dispostos a fugir de uma vida monótona e cheia de regras.

Baseado no livro homônimo de Jack Kerouac, escrito em 1951, o filme foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles.
Não li o livro, mas está na minha vasta lista de livros a serem lidos. Portanto, não posso comentar se, por exemplo, o filme pegou o espírito do livro. Porém, confesso que achei o filme chato.
OK, o filme retrata uma geração, a geração beat, cheia de rebeldia e disposição para levar uma vida nômade e desregrada. Hoje, para nós, esse tipo de vida não nos enche os olhos. Assim, o espírito beat não me disse nada. Fica valendo apenas a amizade louca e corrosiva entre os 4 personagens principais: Sal, Dean, Marylou e Camille.
Torno a dizer que não li o livro, mas o fato é que quando finalmente isso acontecer, certamente farei questão de rever o longa.

Nota: 7

_____________________
Na Estrada (On The Road)
Diretor: Walter Salles
Atores: Garrett Hedlund, Sam Riley, Kristen Stewart e Amy Adams
2012, drama


Liz & Dick (Liz & Dick)

Elizabeth Taylor (Lindsay Lohan) era considerada a mulher mais linda do mundo e uma das atrizes mais bem pagas em Hollywood durante a década de 1960. Durante as filmagens de "Cleópatra" ela conheceu Richard Burton, um ator de renome vindo do teatro que tinha a fama de ter casos com todas as atrizes com quem contracenava. Apesar da relutância inicial, não demora muito para que eles engatem um romance. O caso logo vira um escândalo quando vem a público, não apenas pela notoriedade de ambos mas também por serem casados com outras pessoas quando tudo começou.

A crítica meteu o malho neste filme feito para tv e estrelado pela problemática Lindsay Lohan.
Achei o filme pobre e todos os atores estavam atuando, ou seja, não vi credibilidade em suas interpretações. Todos estavam com piloto automático ligado, nada mais.
O filme, como o nome já diz, trata apenas da relação entre Elizabeth Taylor e Richard Burton (Grant Bowler), que sempre foi uma montanha-russa regada a muuuuuuuuuuuuuita bebida.
É uma pena que esse relacionamento tenha sido tratado de uma maneira tão simplória em um roteiro medíocre. Liz e Dick foram protagonistas de uma tórrida paixão que, para a época, foi um escândalo sem limites.
De qualquer forma vale a pena assistir ao filme.

Nota: 7
______________________
Liz & Dick (Liz & Dick)
Diretor: lloyd Kramer
Atores: Lindsay Lohan, Grant Bowler, Tanya Franks e David Hunt
2013, biografia - drama

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Até que a Sorte nos Separe

Tino é um pai de família comum que vê sua vida virar de ponta a cabeça após ganhar na loteria. Levando uma vida de ostentação ao lado da mulher, Jane, ele gasta todo o dinheiro em 15 anos. Ao se ver quebrado, Tino aceita a ajuda do vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas), um consultor de finanças super burocrático e que por sinal vive seu próprio drama ao enfrentar uma crise no casamento com Laura (Rita Elmôr). Tentando evitar que Jane descubra a nova situação financeira, afinal ela está grávida do terceiro filho não pode passar por fortes emoções, Tino se envolve em várias confusões para fingir que tudo continua bem. Para isso, conta com ajuda do melhor amigo, Adelson (Aílton Graça), e dos filhos.

Uma das coisas que o cinema brasileiro faz de melhor é comédia. Não que os outros estilos não sejam bons, mas na comédia somos excelentes. Acho que o espírito, principalmente do carioca, é esse mesmo.
Neste filme, porém, o engraçado acaba sendo repetitivo e perdendo a graça.
Adoro o Leandro Hassum, mas no filme ele faz o feijão com arroz de sempre e a história também não ajuda muito. Tino (Hassum), casado com Jane (Winits), ganha o prêmio máximo da loteria. Em 15 anos ele gasta tudo e se vê obrigado a fingir que tudo continua bem. É clichê demais !
Com atuações regulares, com uma e outra gracinha que dá até para rir, o filme é fraco, muito fraco. Vale para assistir em uma tarde chuvosa, com um balde de pipoca.

Nota: 6

_____________________
Até que a Sorte nos Separe
Diretor: Roberto Santucci
Atores: Leandro Hassum, Danielle Winits, Ailton Graça e Kiko Mascarenhas
2012, comédia


O Homem da Máfia (Killing them softly)

Nova Orleans. Um assalto a um jogo de pôquer ilegal, cujos participantes eram integrantes da máfia, abala o submundo do crime. O matador profissional Jackie Coogan (Brad Pitt) logo é contratado para investigar o caso, já que os chefões da máfia desejam que os responsáveis sejam punidos, mas sem estardalhaço. Entretanto, a hesitação de alguns dos participantes coloca a situação ainda mais fora de controle. Dirigido por Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) e com Richard Jenkins, Ray Liotta e James Gandolfini no elenco.

O Homem da Máfia, Brad Pitt, propriamente dito, só surge após 30 minutos de filme e ele nada mais é do que um resolvedor de problemas ou, simplesmente, um limpador de merda.
Com interpretações no estilo "sou da máfia" (cara de mau, testa enrugada, fala mansa, diálogos cínicos e duros, olhar falso distante...) o filme é interessante, mas é tão linear e óbvio que perde o brilho ao longo da sessão, mesmo com pitadas de humor negro e cena superbem feita, com câmera super lenta de um assassinato que, sem dúvida, vale 40% do filme.
Msmo não sendo uma "brastemp" (entreguei minha idade nesse comentário... rs) o filme é bom e Brad Pitt continua lindo ! :)

Nota: 7
______________________
O Homem da Máfia (Killing them softly)
Diretor: Andrew Dominik
Atores: Brad Pitt, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn e James Gandolfini
2012, policial

As Mil Palavras (A Thousand Words)

Jack (Eddie Murphy) é um empresário de uma agência literária que tem na sua falta de sinceridade a sua principal arma, no entanto, ele irrita tanto o seu assistente Aaron (Clark Duke). Suas atitudes ameaçam seu casamento com Caroline (Kerry Washington) que deseja que o marido passe mais tempo com a família. Jack desesperado procura um guru chamado Dr. Sinja (Cliff Curtis). Nesta seção, Jack sofre repercussões cármicas e é atingido com magia pelo Dr. Sinja, que lança uma folha para cada palavra que Jack fala. Agora Jack descobre que tem somente mais mil palavras antes de morrer.

Eddie Murphy há muito não é mais o mesmo, chegando a ser chato, inclusive, mas este filme é interessante.
Assisti despretensiosamente em casa, pela TV e deu para distrair e tirar umas boas risadas.
Jack McCall (Eddie) é um agente literário bem sucedido e um tantinho mal caráter. Ao negociar a publicação de um livro espiritualizado, sofre uma maldição: ter a sua vida atrelada a uma árvore mágica. A cada palavra que ele diga, uma folha cai e qualquer coisa que aconteça com a árvore, ele sente. É uma roubada mágica !
Tudo bem que o filme é clichê e obviamente sabemos no que vai dar, mas o longa é gostoso de assistir e Murphy está muito bem... Como nos velhos tempos, eu diria !
Além disso, não tive como não deixar de observar: se fosse comigo, teria morrido rapidinho, já que falo pelos cotovelos ! rs

Nota: 7
______________________
As Mil Palavras (A Thousand Words)
Diretor: Brian Robbins
Atores:Eddie Murphy, Kerry Washington, Allison Janney e Clark Duke
2012, comédia - drama

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Contrabando (Contraband)

Chris Farraday (Mark Wahlberg) já tinha largado a vida de contrabandista, mas Andy (Caleb Jones), o irmão de sua esposa Kate (Kate Beckinsale), se meteu numa jogada e perdeu a mercadoria. Agora, ele precisa voltar à ativa para recuperar o prejuízo porque Tim Briggs (Giovanni Ribisi) e seus capangas, começam a ameaçar sua esposa e a família. Começa então uma forte pressão e Chris vai precisar de toda a sua experiência e contatos para vencer essa corrida contra o relógio e pagar uma dívida de milhões de dólares.

Ok, a história não é nem um pouco original. Ok, há clichês demais no filme. Ele tem ação, humor e faz direitinho o que se propõe: distração sem uso do lado esquerdo do cérebro. Ou seja, é bom para passar o tempo.
Chris (Mark Wahlberg) é contrabandista profissional aposentado, mas se vê obrigado a fazer mais um trabalho sujo, uma vez que seu cunhado (é incrível como essa categoria familiar sempre dá problema) se envolve em um frustrado contrabando e acaba devendo uma fortuna.
Acho que poderíamos chamar Mark Wahlberg de mister ação. Adoro Wahlberg e ele está muito bem, mesmo que o jeitão seja o de sempre: caladão e sisudo.
O filme tem reviravolta e, obviamente, um final clichê. Ora bolas, nem tudo o que a gente gosta tem que trazer lição de moral ou explicar a real necessidade da física quântica em nossas vidas etc. Há momentos em que queremos apenas assistir um longa de ação e comer pipoca. Para isso, esse filme é muito bom.
Mesmo assim esta produção dirigida pelo estreante, em Hollywood, Baltasar Kormákur, islandês de nascimento, não começou muito bem por aqui, já que “Contrabando” foi parar direto nas prateleiras das locadoras de DVDs.

Nota: 7
______________________
Contrabando (Contraband)
Diretor: Baltasar Kormákur
Atores: Mark Wahlberg, Kete Beckinsale, Ben Foster e Giovanni Ribisi
2012, ação - suspense

Os Infratores (Lawless)

Na década de 30, em plena Lei Seca, os irmãos Bondurant ganham a vida vendendo bebidas alcóolicas ilegalmente. O líder do trio é Forrest (Tom Hardy), que tem fama de invencível. Howard (Jason Clarke) é seu braço direito, enquanto que o caçula Jack (Shia LaBeouf) ainda precisa provar seu valor. Apesar dos problemas ocasionais com a polícia, o negócio deles vai bem. Só que Charlie Rakes (Guy Pearce), um policial enviado de Chicago, está disposto a usar todos os meios possíveis para capturar os irmãos.

O filme é baseado em fatos reais narrados no livro The Wettest County in the World, de Matt Bondurant, neto de Jack Bondurant, que no filme é interpretado pelo ator Shia LaBeouf.
O longa é muito bom. Há muito tempo que não assistia um filme de gângsters no qual ficasse ligada do início ao fim.
Não há como não se comover com os irmãos Jack, Forrest e Howard Bondurant, comandados pelo irmão do meio, Forrest, praticamente uma lenda viva. Aliás, é justamente o seu jeitão quieto, caladão, meio sem emoção que mais me chamou a atenção.
Claro também que o filme tem o seu percentual de clichê, pois não poderia faltar um homem da lei, no caso Charlie Rakes (Guy Pearce), que age de maneira virulenta.
Não sei, mas a sensação que dá é que, pelo menos os bandidos retratados no cinema, são tão bonzinhos e que o representante da lei é que é sempre o verdadeiro bandido da história e, a grande verdade, é bem assim. Temos vários exemplos: Bonnie e Clyde; Butch Cassidy e Sundance Kid; Jesse James; Wyatt Earp e Doc Holliday, e por aí vai... Bom, mas isso é uma outra história.
O fato é que você ri, chora, se emociona... É um filme delicioso e com todos os ingredientes necessários para você não se arrepender de tê-lo assistido.

Nota: 8

_____________________
Os Infratores (Lawless)
Diretor: John Hillcoat
Atores: Shia LaBeouf, Tom Hardy, Jason Clarke e Guy Pearce
2012, drama - faroeste - ação


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O Homem de Aço (Man of Steel)

Moldado pelos valores de seus pais adotivos, Martha e Jonathan Kent, Clark logo descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões muito difíceis. Mas quando o mundo mais precisa de estabilidade, ele é atacado. E agora, suas habilidades serão usadas para manter a paz ou partir para um tudo ou nada. Clark precisa se tornar o herói conhecido como Superman, não apenas para brilhar como a última esperança da humanidade mas para proteger aqueles que ama.

E chega às telonas O Homem de Aço, o mais novo filme do maior super-herói da DC Comics: Superman. Não morro de amores por esse super-herói, mas o filme é bom. Tem muita ação, muita porrada, muito prédio desabando, muitas pessoas correndo e tudo isso, em um determinado momento, começa a cansar e a cadeira começa a incomodar.
Neste longa temos um Superman que coloca a cueca para dentro da calça. Ou seja, temos um uniforme novo e super bonito, de cores azul e vermelho, mas fechadas, menos vivas... Isso se reflete no espírito do nosso herói.
Nesse filme cheio de flasbacks, temos um Homem de Aço mais humano e sensível, cheio de dúvidas existenciais do tipo por que sou assim, de onde eu vim etc. Vida de criança super não é fácil, mas ele contou com os excelentes ensinamentos do pais terráqueos: Jonathan e Martha Kent (Kevin Costner e Diane Lane) e também com o pai kryptoniano, Joe-El (Russel Crowe)
Mas esse estilo é bom, confere ao herói um ar meio “maior abandonado”, mas sem perder a força. Além disso, nos dá a absoluta certeza de que ele caiu no lugar certo: no estado de Kansas, na mesma área da nossa querida Dorathy (Magico de Oz) e, por isso, até mesmo para ele: “não existe lugar melhor do que a nossa casa” e a casa dele, Clark Kent / Super-Homem/Kal-El, é a Terra. Sorte a nossa, não é mesmo ?!
Com atuações perfeitas, inclusive a de Henry Cavill que colocou toda a sua emoção, inclusive no olhar, do seu personagem, temos um filme que não faz feio e que muito me agradou. Principalmente por, dessa vez, não colocar a querida Lois Lane (Amy Adams) como a babaca do pedaço. Aleluia !!!
Ao final do filme já estava ficando preocupado com uma coisa, mas felizmente acabou acontecendo e ainda, de quebra, com uma belíssima resposta de Clark: Vou arrumar um “trabalho que me deixe de olho em tudo...”: JORNALISTA !!! Como jornalista formada que sou, fiquei emocionada com essa áurea de romantismo e assistencialismo envolvendo a profissão.

Nota: 8

_____________________
O Homem de Aço (Man of Steel)
Diretor: Zack Snyder
Atores: Henry Cavill, Amy Adams, Michael Shannon e Diane Lane
2013, ação - aventura

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sharknado (Sharknado)

Uma grande tornado surge no literal da Califórnia... O fenômeno natural começa no mar e interfere na vida de milhares de tubarões, que são sugados do oceano e arremessados por toda Los Angeles. Acaba sobrando para Fin (Ian Ziering), sua esposa April (Tara Reid) e mais um grupo de amigos a missão de enfrentar os tubarões e impedir que o tornado causa ainda mais estragos.

Maior sucesso da tv americana ! Exibido no dia 11 de julho, no canal SyFy, foi um fenômeno também na internet. O assunto #sharknado ocupou o 1o lugar nos tweets, durante as 2 horas de filme. O trailer teve mais de 3 milhões de acessos. Moral da história ? De tão ruim, o filme acabou bombando !
Curiosa que sou, acabei encontrando o filme na internet. Imagina euzinha ficar de fora dessa discussão filosófica e, porque não dizer, antropofágica ?! Jamais !!!
Bom, o que esperar de um filme cujo o nome é uma junção das palavras shark (tubarão) + tornado ? Pois é... O filme é exatamente sobre isso. O litoral da Califórnia sofre a ação de um tornado que de tão poderoso, puxa vááááááááários tubarões que vão despencando dos céus.
Imagina a cena ! Dar de cara com um tubarão em alto mar já é um problema, imagina eles caindo em cima de você, de boca aberta, te engolindo por inteiro ? São praticamente tubarões jibóias ! hahahahahahah
Totalmente trash, o filme não deve ser levado a sério e, por isso mesmo, é um primor de besteirol leve e totalmente despretensioso.
O fato é que tosco ou... tosco, o filme foi um completo sucesso e já está confirmado o Sharknado 2 e dessa vez os bichinhos cairão dos céus de Nova York. Tá bom para você ?!

Nota: Fala Sério !!!

_____________________
Sharknado (Sharknado)
Diretor: Anthony C. Ferrante
Atores: Ian Ziering, Tara Reid, John Heard e Cassie Scerbo
2013, ficção - terror