Gostei muito do primeiro MIB (1997), o segundo (2002) já foi uma enrolação, embora tenha adorado o agente Frank, o cachorrinho marrento da raça Pug. Esse MIB 3 tem um clima saudosista, espírito retrô, já que traz um pouco dos anos 60 de volta, mas não será um filme inesquecível.
Nesse filme os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) devem destruir o alienígena boglodita Boris, o Animal (Jemaine Clement), que teve o seu braço perdido graças ao agente K. Procurando vingança e, claro, a destruição da Terra, Boris volta ao passado (16 de julho de 1969) a fim de modificar essa história a seu favor. Junte-se a isso o fato de que J quer saber mais da vida de seu parceiro: o que houve na vida de K para ele se tornar tão ranzinza. O fato é que com essa viagem, J acaba conhecendo o agente K (Josh Brolin), quando jovem, totalmente diferente dos anos atuais.
Os melhores momentos, como sempre, são os diálogos de J e K. A interpretação de Tommy é fantástica como sempre e Josh soube criar um K jovem absolutamente perfeito. Will continua sempre hilário e querido.
Ou seja, mesmo com um filme fraco, é sempre uma delícia poder assistir essa dupla na telona.
Nota: 7
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Homens de Preto 3 (MIB – Men in Black 3)
Diretor: Barry Sonnenfeld
Atores: Will Smith, Tommy Lee Jones, Josh Brolin e Emma Thompson
2012, ficção científica – ação – comédia
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Homens de Preto 3 (MIB – Men in Black 3)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Amanhecer, parte 2 – O Final (The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2)
E com o Amanhecer – parte 2, finalmente tem o ponto final da saga vampiro-adolescente mais tudo que você quiser. Bom, esse “tudo” vai depender de cada um...
O fato é que o 4º. livro – chaaaaaaaato toda vida, diga-se de passagem – não tinha enredo suficiente para 2 filmes. Essa divisão foi puramente caça-níquel, para encher os cofres de todos os envolvidos. E vai enchar, não tenha dúvida disso.
Justamente por não ter história para manter essa 1 hora e um pouco mais de 15 minutos de filme, eles inventaram algo que deu bastante certo na telona, e aí eu tenho que parabenizar o diretor, Bill Condon, e a roteirista, Melissa Rosenberg. Disso não falarei mais, para não estragar a surpresa.
Outra coisa que percebemos nesse filme é um Edward (Pattinson) mais leve, sem aquela cara de “ah, coitado de mim, como sofro” e mais bem humorado (é difícil, em certos momentos, não lembrar da galhada plantada na cabecinha de Robert, mais isso não é problema nosso, não é mesmo?!). Bella (Stewart) realmente ficou bonita como vampira e a maternidade lhe caiu bem, mas a cara de “ah, tô com cólica terrível” permanece. O lobo Jacob (Taylor), ahhhh esse continua um gaaaaaato, mesmo em um papel ridículo de apaixonado pela pequena Renesmee (Mackenzie Foy), graças ao tal imprinting, um tipo de amor à primeira vista e para sempre.
Temos também o clã Cullen, achei todos mais bonitos e, claro, os Volturi cobertos com toneladas de pó-de-arroz e ar de superioridade exacerbada. Nesse epísódio novos vampiros, de vários cantos do mundo, surgem. Alguns bem interessantes. Inclusive, apareceram 2 vampiras vindas diretamente da Amazônia. Quem diria... Além de Saci-pererê, Mula sem Cabeça, Caipora etc, temos vampiros também !
O resto é o de sempre. Muitos closes, muitos olhares, muita luta, mas sem sangue porque vampiro que é vampiro não tem sangue. Exceto a Renesmee, mas isso é outra história. Várias falhas também foram cometidas, mas quem liga.
O fato é que, para quem gosta, o filme é apreciável. Para os adultos que terão que levar seus rebentos, afilhados e etc, saiba que essa atitude vai para a cota da caridade e contará muitos pontos. Só tome cuidado dentro da sala de exibição, porque os gritos das fãs enlouquecidas para verem os seus prediletos são inevitáveis. Ahhhh, a juventude...
Nota: 7
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Amanhecer, parte 2 – O Final (The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2)
Diretor: Bill Condon
Atores: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Peter Facinelli
2012, romance
domingo, 18 de novembro de 2012
A Árvore da Vida (The Tree of Life)
Se você quer um filme cabeça, cheio de galhos e ramificações, com um leque de interpretações, este é o filme. Agora se você quer desligar o cérebro, sem pensar em nada, nem chegue perto desse filme.
Não irei filosofar sobre o filme. Prefiro pegar apenas “um galho”, a família, e falar sobre ele.
Temos um pai que quer educar seus três filhos de uma maneira rígida e severa, mas tendo sempre em mente que está fazendo o que acha ser o melhor. A rigidez é tanta que os filhos passam a ter medo e com isso vão se distanciando do pai. Mas apesar de tudo, ele também tem momentos carinhosos com seus filhos, poucos, mas tem. A mãe é o coração, é o sopro de vida e esperança, mas é submissa. Não toma partido e quando o faz logo se cala.
É um filme que embrulha o estômago, que dá um sentimento de ira profunda, mas que ao mesmo tempo passa ternura, solidão e carência.
Ganhador da Palma de Ouro em Cannes, em 2011, A Árvore da Vida é um filme inquietante, mas serei honesta: na primeira 1:30h é de uma lentidão e tédio absoluto, mas se você perseverar, vai acabar gostando. Ou não !
Nota: 7
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A Árvore da Vida (The Tree of Life)
Diretor: Terrence Malick
Atores: Brad Pitt, Jessica Chastain e Sean Penn
2011, drama
domingo, 11 de novembro de 2012
007 - Operação Skyfall (Skyfall)
007 o agente secreto de sua majestade jamais perde o garbo e elegância. Representado por tantos atores (Sean Connery, George Lazenby, Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan), mas desde 2006 é Daniel Craig e seus estonteantes olhos azul céu, faz as honras da casa, digo, do MI6.
Neste filme Bond nos apresenta mais humano, mas não menos ácido. Sua batalha interna permeia suas atitudes, mas lhe dá força para seguir adiante. Em Skyfall as tradicionais Bondgirl dão lugar a uma única e impensável BondGirl: Javier Bardem. Claro que temos duas jovens lindas (Naomi Harris e a francesa Bérénice Marlohe), caidinhas pelo sex appeal de Bond, mas o título tem que ser de Javier. Nada mais direi, para não estregar o clima.
Daniel Craig continua perfeito ao estilo meio low profile de 007, mas Bardem (Silva) conquista com um vilão totalmente afetado, mas extremamente rancoroso. Um renegado em busca de vingança e é o ódio que o trai, diga-se de passagem. Ele poderia ter sido um “Coringa” para o 007, se fosse melhor aproveitado... Mesmo assim sua atuação é digna de, pelo menos, uma indicação ao Globo de Ouro e até mesmo ao Oscar.
Nessa guerra nem sempre silenciosa entre o ultrapassado e moderno, passado e futuro, novo e velho, deixando dúvidas quanto ao estado físico e mental do agente James Bond, um trecho da poesia de Tennyson, recitado por M (Judi Dench) durante o julgamento, resume magistralmente o espírito do filme: “Ainda que muito esteja perdido, muito nos resta; / e ainda que perdida a força dos velhos dias / que movia céus e terras; somos o que somos; / uma coragem única nos corações heróicos, / débeis pelo tempo e pelo destino, mas persistentes / em lutar, achar, buscar, jamais render.”
O filme é muito bom e, claro, a música tema cantada por Adele é belíssima: ...We will stand tall at skyfall Porque este não é o fim... 007 está mais vivo do que nunca. \o/
Nota: 8
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007 - Operação Skyfall (Skyfall)
Diretor: Sam Mendes
Atores: Daniel Craig, Javier Bardem, Judi Dench, Bérénice Marlohe e Ralph Fiennes
2012, ação
sábado, 27 de outubro de 2012
O espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man)
Na verdade o Homem-Aranha nunca foi meu herói preferido, embora adore a musiquinha: Spider-man, Spider-man, does whatever a spider can / Spins a web any size catches thieves just like flies / Look out here comes the Spider-man... Porém, devo concordar que há um certo charme em Peter Parker. Um jovem comum, nerd, apaixonado pela ciêmcia, mas totalmente desinteressante. Ele acaba sendo picado por uma aranha radioativa que o transforma em um rapaz mais forte, mais ágil, mais viril, além de lhe proporcionar outros dons. Tem ou não tem pegada?
Nessa versão com Andrew Garfield, Peter Parker gosta de ser herói, gosta de ter força e em nenhum momento ficou com crise existencial. É uma leve diferença, mas faz muita diferença, se é que você me entende...
Falando em diferenças, temos a morte do tio Bem (Martin Sheen) que aqui é bem diferente e aí sim poderia ter feito um baita estrago na vida de Parker, mas não fez. Acho até que Parker e tia May (Sally Field – adoro ela) não sentiram tanto assim a ausência do tio. tsc tsc tsc A paixão pela Gwen Stacy (Emma Stone) continua a mesma, mas neste longa não há mistérios, pois ela sabe que ele é o Homem-Aranha.
Aqui abro um parênteses para expressar a minha incredulidade, desagravo e frustração quando vi que este Homem-Aranha tem um lançador de teia, com teia de aranha criada cientificamente. Isso foi demais para mim... Como assim???? Fala sério !!!
Na realidade o filme não tem o estilo poético daquele Homem-Aranha de 2002, estrelado por Tobey Maguire, mas tem humor. Além disso, Andrew está muito a vontade como o PP/HA e os demais estão conforme seus papéis, nada além. Ah, e também temos ação envolvente com o vilão Lagarto/Dr. Curt Connors (Rhys Ifans).
Assim sendo, o filme é bem simpático e vale a pena dar uma conferida.
Nota: 7
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O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man)
Diretor: Marc Webb
Atores: Andrew Garfield, Emma Stone e Rhys Ifans
2012, ação - fantasia - aventura
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Alexandria (Ágora)
Sob o domínio Romano, a cidade de Alenxadria é palco de uma das mais violentas rebeliões religiosas de toda história antiga. Judeus e cristãos disputam a soberania política, econômica e religiosa da cidade. Entre o conflito, a bela e brilhante astrônoma Hypatia (Rachel Weisz) lidera um grupo de discípulos que luta para preservar a biblioteca de Alexandria. Dois deles disputam o seu amor: o prefeito Orestes (Oscar Isaac) e o jovem escravo Davus (Max Minghella). Entretanto, Hypatia terá que arriscar a sua vida em uma batalha histórica que mudará o destino da humanidade.
Esse filme conta a história da matemática e filósofa Hypatia, de Alexandria, que viveu no Egito do séc IV d.C., início da decadência do Império Romano. Filha do filósofo Theon, o último diretor da Biblioteca e Academia de Alexandria, Hypatia dava aulas de astronomia e filosofia. Entre seus alunos, cristãos, judeus e pagãos, estavam Orestes e Sinésio, futuros prefeito de Alexandria e bispo de Cirene, respectivamente. Em 415 foi brutalmente assassinada por uma multidão de cristãos, acusada de incitar uma guerra religiosa.
É o tipo de filme que eu gosto, daqueles que, ao final, vou correndo ao oráculo moderno, o Google, para fazer uma pesquisa sobre a personagem, a época, além de tirar uma dúvida quando ao incêndio que destruiu a Biblioteca de Alexandria (Você sabia que existiam 2 Bibliotecas de Alexandria, a mãe e a filha?).
Claro que houve liberdade de criação. Por exemplo, Hypatia morreu aos 65 anos e não aos 30/40 anos como aparenta o filme. De qualquer maneira, o filme é muito mais do que isso. Ele nos mostra o perigo do fanatismo religioso, um problema mais atual do que nunca. Existem pessoas que melhoram com seus erros, mas como um todo, a humanidade parece que não consegue aprender e acaba sempre cometendo as mesmas imprudências. O perseguido passa a ser o perseguidor, espalhando ira, ódio e intolerância, tudo ao contrário do que eles mesmos pregam. Como acreditar?
Hypatia (belíssima atuação de Rachel Weisz) era a mulher a frente de seu tempo, apaixonada pela verdade. Viveu, infelizmente, na época em que ser mulher era ser o pior do pior, mesmo sendo intelectual. Ou, melhor dizendo, o fato de ser intelectual piorava ainda mais. Pelo menos, para os ignorantes tacanhos. E existem até hoje...
O longa não foi muito divulgado e teve problemas no seu lançamento na Itália, Estados Unidos e nos países islâmicos. É uma pena. O fanatismo silenciou a busca do conhecimento de uma antiga civilização. Perdemos muito e, ao que parece, não aprendemos nada.
Nota: 9
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Alexandria (Ágora)
Diretor: Alejandro Amenábar
Atores: Rachel Weisz, Max Minghella, Oscar Isaac, Ashraf Barhom
2009, drama – romance
domingo, 30 de setembro de 2012
Gia - Poder e Destruição (Gia)
No estilo documentário, este filme conta a história de Gia Marie Carangi, uma jovem da Filadélfia que, por sua beleza e sorte, conquistou fama e sucesso em pouquíssimo tempo no mundo da moda. Ela foi a modelo mais bem paga do mundo por 3 anos consecutivos. Porém, da mesma maneira que subiu, caiu como um cometa e, aos 26 anos de idade, morreu vítima da AIDS.
Gia (belíssima interpretação de Angelina Jolie) enfrentou sérios problemas familiares: a separação dos seus pais de maneira dramática (a mãe traia o pai e foi morar com o amante). Assim que entrou na vida de modelo, entrou também no mundo das drogas, cocaína e heroína, além de sofrer certo preconceito por ser assumidamente bissexual.
Adiante do seu tempo, Gia levou a vida como bem quis. Nunca se sentiu presa a nada. Porém, sentimentalmente insegura e carente. O Grande amor de sua vida foi a maquiadora Linda (Elizabeth Mitchell), que não era tão moderna assim e demorou a assumir seus sentimentos. Na verdade ela também tinha medo...
O filme é sensível e hipnótico, isso muito se deve a excelente atuação de Jolie, que ganhou o seu 1º Globo de Ouro de Melhor Atriz com esse papel. O longa também serve de alerta, pois esse mundo não é fácil. Hoje em dia a situação pode até estar um pouco menos opressivo, mas de qualquer maneira cai bem aquele velho ditado: se não sabe brincar, não desce pro play.
Nota: 7
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Gia - Poder e Destruição (Gia)
Diretor: Michael Cristofer
Atores: Angelina Jolie, Elizabeth Mitchell, Eric Michael Cole e Faye Dunaway
1998, drama biográfico
terça-feira, 25 de setembro de 2012
The Voice Brasil
Com uma proposta diferenciada, o candidato é escolhido, nesta primeira etapa, apenas por sua voz. Caso mais de um jurado o escolha, é o candidato que deverá escolher com quem quer trabalhar. Os 4 jurados são:
Daniel – Com 30 anos de carreira, já atingiu a marca de 13 milhões de discos vendidos. O álbum com as músicas do filme “O Menino da porteira” foi vencedor do Grammy Latino.
Não sou fã do genero sertanejo, mas Daniel tem o seu valor e isso é fato. Tem uma voz lindo, tem carisma, é o bom rapaz. Tem cara que será um mentor bem rigoroso, mas sem perder a ternura.
Claudia Leitte - Em quatro anos de carreira solo, já ultrapassou a marca de 1,5 milhão de discos vendidos. Seu álbum, “As Máscaras”, foi indicado ao Grammy Latino.
Não morro de amores, mas eu gosto dela. Ela é linda, tem uma voz incrível, tem um ar meiguinho, mas tem força. Pode surpreender como mentora, se o povo deixar a insegurança, inveja e a suspeita de lado. O pré-conceito pode atrapalhar...
Carlinhos Brown - É o que se pode chamar de multimúsico. Criador do grupo Timbalada, ele foi indicado ao Oscar pela trilha sonora do filme “Rio”. Participou do projeto “Os Tribalistas”, com os amigos Marisa Monte e Arnaldo Antunes.
Não é o meu artista favorito, confesso. Ele me parece um daqueles ecochatos musicais, mas sem dúvida o cara tem carisma e personalidade.
Lulu Santos - Em mais de 30 anos de estrada, Lulu Santos lançou 23 álbuns e teve mais de 50 músicas no topo das paradas. Já vendeu mais de 7 milhões de discos.
Adoooro o Lulu, embora ele me passe ser um pouco pedante e arrogante. Porém, é indiscutivelmente excelente compositor, cantor e músico. Quem estiver no grupo dele tem que ser esponja mesmo: deve sugar tudo o que esse cara há de oferecer.
Já no primeiro programa, alguns candidatos já me surpreenderam: o carioca Gustavo Fagundes, a novaiorquina Alma Thomas (ela me fez chorar!)e a paraense Liah Soares.
Esse foi o primeiro e já virei fã de carteirinha. Vamos ver como ficarão as equipes (cada técnico deverá escolher 12 candidatos) e quem entrará na segunda fase que será o desafio 2 em 2.
Depois dessa fase, a votação estará por nossa conta, e pelo que vi neste primeiro dia, um só ganhará, mas todos têm competência e voz para seguirem e fazerem uma bela carreira.
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The Voice Brasil
Aos domingos - TV Globo
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Emmy 2012
Os vencedores são:
Melhor série dramática: Homeland
Melhor atriz em série dramática: Claire Danes (Homeland)
Melhor ator em série dramática: Demian Lewis (Homeland)
Melhor atriz coadjuvante em série dramática: Maggie Smith (Downton Abbey)
Melhor ator coadjuvante em série dramática: Aaron Paul (Breaking Bad)
Melhor atriz convidada em série dramática: Martha Plimpton (The Good Wife)
Melhor ator convidado em drama: Jeremy Davies (Justified)
Melhor série cômica: Modern Family
Melhor atriz em série cômica: Julia Louis-Dreyfus (Veep)
Melhor ator em série cômica: Jon Cryer (Two and a Half Men)
Melhor atriz coadjuvante em série cômica: Julie Bowen (Modern Family)
Melhor ator coadjuvante em série cômica: Eric Stonestreet (Modern Family)
Melhor minissérie ou filme feito para TV: Game Change
Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV: Jessica Lange (American Horror Story)
Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV: Tom Berenger (Hatfields & McCoys)
Melhor programa de variedade, música ou comédia: The Daily Show with Jon Stewart
Melhor programa de reality show: The Amazing Race
Melhor roteiro de série cômica: Louis C.K. (Louie)
Melhor diretor de série cômica: Steven Levitan (Modern Family)
Melhor apresentador de reality: Tom Bergeron (Dancing with Stars)
Melhor roteiro de série dramática: Alex Gansa, Howard Gordon e Gideon Raff (Homeland)
Melhor ator convidado em série cômica: Jimmy Fallon (Saturday Night Live)
Melhor atriz convidada em série cômica: Kathy Bates (Two and a Half Men)
Melhor direção de série dramática: Tim Van Patten (Boardwalk Empire)
Melhor diretor de especial de variedade, música ou comédia: Glenn Weiss (65th Annual Tony Awards)
Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV: Julianne Moore (Game Change)
Melhor ator em minissérie ou filme feito para TV: Kevin Costner (Hatfields & McCoys)
Melhor roteiro de minissérie ou filme feito para TV: Danny Strong (Game Change)
Melhor diretor de minissérie ou filme feito para TV: Jay Roach (Game Change)
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Ted (Ted)
Não se engane. O urso ganha vida é de pelúcia, mas o filme não tem nada, absolutamente nada de infantil. Portanto, se você estava pensando em fazer bonito com seus filhotes neste final de semana, esqueça ! Veja outro filme.
O produtor, diretor, roteirista é o mesmo que teve a idéia: Seth MacFarlane. Para aqueles que ainda não perceberam nada, Seth é o criador das animações Family Guy (aqui é conhecida como Uma Família da Pesada) e American Dad. Aí você já tem idéia: esse filme realmente não é para crianças !
O longa começa em 1985. John Bennett, 8 anos, é um menino sem amigos. No Natal ele ganha dos pais um ursão de pelúcia, daqueles que quando aperta o peito diz “eu te amo”. O menino gostou tanto que fez um pedido, do fundo do seu coração, para que Ted (o urso / Seth MacFarlane) ganhasse vida e se tornasse, para sempre, o seu melhor amigo. E não é que deu certo ! Eles se tornam celebridade. Os anos passam, Ted segue sendo o seu amigo fiel, mas John (Mark Wahlberg) já é um homem feito, com uma namorada de 4 anos, Lori (Mila Kunis), que em um determinado momento pede para ele crescer, ter vida de adulto e para isso deve ter mais responsabilidade e criar uma certa distância de Ted. Aí...
O filme é uma sucessão de absurdos. O primeiro, óbvio, é um urso ganhando vida. Uma briga de socos e chutes, entre John e Ted, imaginem ! Ted taradíssimo... Nem queira saber o que ele usa para fazer a vez do seu órgão genital... Mas as mulheres que ele conquista adoram. Vai entender !
Confesso que não achei o filme tão engraçado assim, mas acredito que a principal razão se deva ao fato de que eu não estava preparada para um ursinho de pelúcia, de carinha meiga e fofa, ser absurdamente desbocado, pervertido e louco. Acho que se não fosse isso, eu até teria gostado mais do filme.
Nota: 7
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Ted (Ted)
Diretor: Seth MacFarlane
Atores: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Giovanni Ribisi e Seth MacFarlane (voz do Ted)
2012, comédia








