o que dizer de um filme com 4 feras: DeNiro, morgan Freeman, Michael Douglas e Kevin Kline ? TODOS maravilhosos, mas a ranzinzice de DeNiro e o estilo "safado cool" de Freeman foram incríveis.
A história é uma bobagem só, mas quem liga ?! Estamos diante de uma aula de interpretação, de autêntico "play". Os 4 brincam em cena e nos levam com eles.
Nota: 8
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A Última Viagem a Vegas (Last Vegas)
Diretor: Jon Turteltaub
Atores: Michael Douglas, Robert De Niro, Morgan Freeman e Kevin Kline
2013, comédia
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
A Última Viagem a Vegas (Last Vegas)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Globo de Ouro 2014
Neste domingo 12 e novamente apresentado pelas atrizes Tina Fey e Amy Poehler, aconteceu no International Ballroom do Hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills a 71ª entrega do Globo de Ouro.Saiba quais foram os ganhadores deste ano:
Melhor Filme Drama: 12 Anos de Escravidão
Melhor Filme Musical/Comédia: Trapaça
Melhor Ator Drama: Matthew McConaughey (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Drama: Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Melhor Ator Musical/Comédia: Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street)
Melhor Atriz Musical/Comédia: Amy Adams (Trapaça)
Melhor Ator Coadjuvante: Jared Leto (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Coadjuvante: Jennifer Lawrence (Trapaça)
Melhor Diretor: Alfonso Cuaron (Gravidade)
Melhor Roteiro: Spike Jonze (Ela)
Melhor Filme em Lingua Estrangeira: A grande beleza (Itália)
Melhor Longa Animado: Frozen: Uma aventura congelante
Melhor Trilha Sonora Original: "All Is Lost"
Melhor Canção Original: Ordinary Love (Mandela: Long Walk to Freedom)
Melhor Série Drama: Breaking Bad
Melhor Atriz em Série Dramática: Robin Wright (House of Cards)
Melhor Ator em Série Dramática: Bryan Cranston (Breaking Bad)
Melhor Série Comédia/Musical: Brooklyn Nine-Nine
Melhor Atriz em Série Musical/Humor: Amy Poehler (Parks and Recreation)
Melhor Ator em Série Musical/Humor Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine)
Melhor Minissérie ou Telefilme: Behind the Candelabra
Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: Jacqueline Bisset (Dancing on the Edge)
Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: John Voight (Ray Donovan)
Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme: Elisabeth Moss (Top of the Lake)
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme: Michael Douglas (Behind the Candelabra)
Prêmio Cecil B. DeMille - Woody Allen (Diane Keaton representou-o)
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Na Estrada (On The Road)
Baseado no livro homônimo de Jack Kerouac, escrito em 1951, o filme foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles.
Não li o livro, mas está na minha vasta lista de livros a serem lidos. Portanto, não posso comentar se, por exemplo, o filme pegou o espírito do livro. Porém, confesso que achei o filme chato.
OK, o filme retrata uma geração, a geração beat, cheia de rebeldia e disposição para levar uma vida nômade e desregrada. Hoje, para nós, esse tipo de vida não nos enche os olhos. Assim, o espírito beat não me disse nada. Fica valendo apenas a amizade louca e corrosiva entre os 4 personagens principais: Sal, Dean, Marylou e Camille.
Torno a dizer que não li o livro, mas o fato é que quando finalmente isso acontecer, certamente farei questão de rever o longa.
Nota: 7
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Na Estrada (On The Road)
Diretor: Walter Salles
Atores: Garrett Hedlund, Sam Riley, Kristen Stewart e Amy Adams
2012, drama
Liz & Dick (Liz & Dick)
A crítica meteu o malho neste filme feito para tv e estrelado pela problemática Lindsay Lohan.
Achei o filme pobre e todos os atores estavam atuando, ou seja, não vi credibilidade em suas interpretações. Todos estavam com piloto automático ligado, nada mais.
O filme, como o nome já diz, trata apenas da relação entre Elizabeth Taylor e Richard Burton (Grant Bowler), que sempre foi uma montanha-russa regada a muuuuuuuuuuuuuita bebida.
É uma pena que esse relacionamento tenha sido tratado de uma maneira tão simplória em um roteiro medíocre. Liz e Dick foram protagonistas de uma tórrida paixão que, para a época, foi um escândalo sem limites.
De qualquer forma vale a pena assistir ao filme.
Nota: 7
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Liz & Dick (Liz & Dick)
Diretor: lloyd Kramer
Atores: Lindsay Lohan, Grant Bowler, Tanya Franks e David Hunt
2013, biografia - drama
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Até que a Sorte nos Separe
Uma das coisas que o cinema brasileiro faz de melhor é comédia. Não que os outros estilos não sejam bons, mas na comédia somos excelentes. Acho que o espírito, principalmente do carioca, é esse mesmo.
Neste filme, porém, o engraçado acaba sendo repetitivo e perdendo a graça.
Adoro o Leandro Hassum, mas no filme ele faz o feijão com arroz de sempre e a história também não ajuda muito. Tino (Hassum), casado com Jane (Winits), ganha o prêmio máximo da loteria. Em 15 anos ele gasta tudo e se vê obrigado a fingir que tudo continua bem. É clichê demais !
Com atuações regulares, com uma e outra gracinha que dá até para rir, o filme é fraco, muito fraco. Vale para assistir em uma tarde chuvosa, com um balde de pipoca.
Nota: 6
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Até que a Sorte nos Separe
Diretor: Roberto Santucci
Atores: Leandro Hassum, Danielle Winits, Ailton Graça e Kiko Mascarenhas
2012, comédia
O Homem da Máfia (Killing them softly)
O Homem da Máfia, Brad Pitt, propriamente dito, só surge após 30 minutos de filme e ele nada mais é do que um resolvedor de problemas ou, simplesmente, um limpador de merda.
Com interpretações no estilo "sou da máfia" (cara de mau, testa enrugada, fala mansa, diálogos cínicos e duros, olhar falso distante...) o filme é interessante, mas é tão linear e óbvio que perde o brilho ao longo da sessão, mesmo com pitadas de humor negro e cena superbem feita, com câmera super lenta de um assassinato que, sem dúvida, vale 40% do filme.
Msmo não sendo uma "brastemp" (entreguei minha idade nesse comentário... rs) o filme é bom e Brad Pitt continua lindo ! :)
Nota: 7
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O Homem da Máfia (Killing them softly)
Diretor: Andrew Dominik
Atores: Brad Pitt, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn e James Gandolfini
2012, policial
As Mil Palavras (A Thousand Words)
Eddie Murphy há muito não é mais o mesmo, chegando a ser chato, inclusive, mas este filme é interessante.
Assisti despretensiosamente em casa, pela TV e deu para distrair e tirar umas boas risadas.
Jack McCall (Eddie) é um agente literário bem sucedido e um tantinho mal caráter. Ao negociar a publicação de um livro espiritualizado, sofre uma maldição: ter a sua vida atrelada a uma árvore mágica. A cada palavra que ele diga, uma folha cai e qualquer coisa que aconteça com a árvore, ele sente. É uma roubada mágica !
Tudo bem que o filme é clichê e obviamente sabemos no que vai dar, mas o longa é gostoso de assistir e Murphy está muito bem... Como nos velhos tempos, eu diria !
Além disso, não tive como não deixar de observar: se fosse comigo, teria morrido rapidinho, já que falo pelos cotovelos ! rs
Nota: 7
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As Mil Palavras (A Thousand Words)
Diretor: Brian Robbins
Atores:Eddie Murphy, Kerry Washington, Allison Janney e Clark Duke
2012, comédia - drama
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Contrabando (Contraband)
Ok, a história não é nem um pouco original. Ok, há clichês demais no filme. Ele tem ação, humor e faz direitinho o que se propõe: distração sem uso do lado esquerdo do cérebro. Ou seja, é bom para passar o tempo.
Chris (Mark Wahlberg) é contrabandista profissional aposentado, mas se vê obrigado a fazer mais um trabalho sujo, uma vez que seu cunhado (é incrível como essa categoria familiar sempre dá problema) se envolve em um frustrado contrabando e acaba devendo uma fortuna.
Acho que poderíamos chamar Mark Wahlberg de mister ação. Adoro Wahlberg e ele está muito bem, mesmo que o jeitão seja o de sempre: caladão e sisudo.
O filme tem reviravolta e, obviamente, um final clichê. Ora bolas, nem tudo o que a gente gosta tem que trazer lição de moral ou explicar a real necessidade da física quântica em nossas vidas etc. Há momentos em que queremos apenas assistir um longa de ação e comer pipoca. Para isso, esse filme é muito bom.
Mesmo assim esta produção dirigida pelo estreante, em Hollywood, Baltasar Kormákur, islandês de nascimento, não começou muito bem por aqui, já que “Contrabando” foi parar direto nas prateleiras das locadoras de DVDs.
Nota: 7
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Contrabando (Contraband)
Diretor: Baltasar Kormákur
Atores: Mark Wahlberg, Kete Beckinsale, Ben Foster e Giovanni Ribisi
2012, ação - suspense
Os Infratores (Lawless)
O filme é baseado em fatos reais narrados no livro The Wettest County in the World, de Matt Bondurant, neto de Jack Bondurant, que no filme é interpretado pelo ator Shia LaBeouf.
O longa é muito bom. Há muito tempo que não assistia um filme de gângsters no qual ficasse ligada do início ao fim.
Não há como não se comover com os irmãos Jack, Forrest e Howard Bondurant, comandados pelo irmão do meio, Forrest, praticamente uma lenda viva. Aliás, é justamente o seu jeitão quieto, caladão, meio sem emoção que mais me chamou a atenção.
Claro também que o filme tem o seu percentual de clichê, pois não poderia faltar um homem da lei, no caso Charlie Rakes (Guy Pearce), que age de maneira virulenta.
Não sei, mas a sensação que dá é que, pelo menos os bandidos retratados no cinema, são tão bonzinhos e que o representante da lei é que é sempre o verdadeiro bandido da história e, a grande verdade, é bem assim. Temos vários exemplos: Bonnie e Clyde; Butch Cassidy e Sundance Kid; Jesse James; Wyatt Earp e Doc Holliday, e por aí vai... Bom, mas isso é uma outra história.
O fato é que você ri, chora, se emociona... É um filme delicioso e com todos os ingredientes necessários para você não se arrepender de tê-lo assistido.
Nota: 8
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Os Infratores (Lawless)
Diretor: John Hillcoat
Atores: Shia LaBeouf, Tom Hardy, Jason Clarke e Guy Pearce
2012, drama - faroeste - ação
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
O Homem de Aço (Man of Steel)
E chega às telonas O Homem de Aço, o mais novo filme do maior super-herói da DC Comics: Superman. Não morro de amores por esse super-herói, mas o filme é bom. Tem muita ação, muita porrada, muito prédio desabando, muitas pessoas correndo e tudo isso, em um determinado momento, começa a cansar e a cadeira começa a incomodar.
Neste longa temos um Superman que coloca a cueca para dentro da calça. Ou seja, temos um uniforme novo e super bonito, de cores azul e vermelho, mas fechadas, menos vivas... Isso se reflete no espírito do nosso herói.
Nesse filme cheio de flasbacks, temos um Homem de Aço mais humano e sensível, cheio de dúvidas existenciais do tipo por que sou assim, de onde eu vim etc. Vida de criança super não é fácil, mas ele contou com os excelentes ensinamentos do pais terráqueos: Jonathan e Martha Kent (Kevin Costner e Diane Lane) e também com o pai kryptoniano, Joe-El (Russel Crowe)
Mas esse estilo é bom, confere ao herói um ar meio “maior abandonado”, mas sem perder a força. Além disso, nos dá a absoluta certeza de que ele caiu no lugar certo: no estado de Kansas, na mesma área da nossa querida Dorathy (Magico de Oz) e, por isso, até mesmo para ele: “não existe lugar melhor do que a nossa casa” e a casa dele, Clark Kent / Super-Homem/Kal-El, é a Terra. Sorte a nossa, não é mesmo ?!
Com atuações perfeitas, inclusive a de Henry Cavill que colocou toda a sua emoção, inclusive no olhar, do seu personagem, temos um filme que não faz feio e que muito me agradou. Principalmente por, dessa vez, não colocar a querida Lois Lane (Amy Adams) como a babaca do pedaço. Aleluia !!!
Ao final do filme já estava ficando preocupado com uma coisa, mas felizmente acabou acontecendo e ainda, de quebra, com uma belíssima resposta de Clark: Vou arrumar um “trabalho que me deixe de olho em tudo...”: JORNALISTA !!! Como jornalista formada que sou, fiquei emocionada com essa áurea de romantismo e assistencialismo envolvendo a profissão.
Nota: 8
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O Homem de Aço (Man of Steel)
Diretor: Zack Snyder
Atores: Henry Cavill, Amy Adams, Michael Shannon e Diane Lane
2013, ação - aventura








