quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Star Wars - O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII - The Force Awakens)

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

Simmmm eu faço parte dos fãs de Star Wars e, principalmente, de Luke, Leia, Han e os fofos Chewie, R2D2 e C3P0. Por isso, estava mega ansiosa com a continuação da trilogia original (lançado em maio de 1977) que mais amo. O episódio 7, Star Wars - O Despertar da Força valeu cada minuto de espera.
A gente já agradece a escolha do J.J.Abrams como diretor desse filme. Quem, como eu, era apaixonada por Lost já sabia que a escolha seria perfeita. E foi ! J.J. deu gás ao novo episódio, oferecendo coisas novas, mas respeitando a velha guarda de Star Wars.
Já nos primeiros acordes da música tema, criada por John Williams, eu já comecei a chorar. Além de ser uma manteiga derretida, essa música me transporta para a minha infância (tinha 12 anos quando vi Star Wars V, o primeiríssimo), para um tempo muito muito distante...
Aí começa o filme e o que falar ?! Maravilhoso ! Cenas de ação muito bem feitas e ágeis; humor na dose certa; novos heróis cheios de vigor e classe; novo vilão, meio fraquinho para meu gosto. Ahhh que saudades de Darth Vader que mesmo calado já se impunha e assustava com a sua presença. O Kylo Ren precisará se esforçar mais, embora em apenas uma única cena ele conseguiu o meu ódio eterno...
O Despertar da Força foi deslumbrante, épico. Como não torcer por Rey (Daisy Ridley) com seu jeito teimosa e destemida, e Finn (John Boyega), um stormtrooper que encontrou a luz e resolveu chutar o balde e sair fora dessa roubada que é pertencer a tropa de elite Império. Além de possuir senso de humor em qualquer situação, sem ser bufão. Ahhhh e o que é o androide BB8?! Eu quero um para mim !
Da velha guarda, a dupla Han Solo e Chewbacca continuam imbatíveis. Millennium Falcon cada vez mais velha, mas sempre podemos contar com ela. Princesa Leia agora lidera a base da resistência da Nova República. Luke Skywalker, neste episódio, ganhou dinheiro fácil já que nem fala teve... Porém, tudo girou em torno dele. Ele terá muito trabalho no episódio VIII.
Pois é, e agora estou eu e milhares de fãs aguardando ansiosamente dezembro de 2017 (era para ser maio, mas a Disney resolveu atrasar a estreia), quando será lançado o próximo episódio de Star Wars. E eu pretendo estar lá, já no primeiro final de semana, com lenço na mão e vidrada na telona.

Nota: 10

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Star Wars - O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII - The Force Awakens)
Diretor: J.J. Abrams
Atores: Harrison Ford, Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver e Carrie Fisher
2015, ação - aventura - fantasia

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

As Sessões (The Sessions)

Mark O'Brien (John Hawkes) é um escritor e poeta que, ainda criança, contraiu poliomielite. Devido à doença ele perdeu os movimentos do corpo, com exceção da cabeça, e precisa passar boa parte do dia dentro de um aparelho apelidado de "pulmão de aço". Mark passa os dias entre o trabalho e as visitas à igreja, onde conversa com o padre Brendan (William H. Macy), seu amigo pessoal. Sentindo-se incompleto por desconhecer o sexo, Mark passa a frequentar uma terapeuta sexual. Ela lhe indica os serviços de Cheryl Cohen Greene (Helen Hunt), uma especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo.

O filme tem humor, além de ser super emocionante e delicado. Baseado em fatos reais, o longa conta a história do poeta e jornalista Mark O'Brien (1949-1999). Mark (John Hawkes), desde os 6 anos de idade, está preso a uma cama e ao que ele denomina de "pulmão de aço", devido a uma poliomielite. Mesmo assim ele leva a vida com humor (isso por si só, para mim, é tudo !!!). Porém, uma coisa o aflige: ele nunca fez sexo.
Nessa busca, depois de receber uma dica, ele passa a ter sessões com uma "sex surrogate", que é chamada de substituta (Helen Hunt), uma especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo. É aí que o fica encantador...
As atuações de todos são fantásticas e perfeitas, mas o despojamento, a entrega de Helen Hunt ao seu personagem, com cenas inclusive de nu frontal, são tão carregadas de sentimento e respeito, que nós admiramos a cena da mesma forma que admiramos uma pintura bem feita: com olhar de emoção.
Além dela, o próprio Hawkes brilha ! Ele atua basicamente com a voz e os olhos, mas a inércia do seu corpo também nos aflige e sentimos, como ele, a sua própria fragilidade, o seu medo e vibramos também com o êxtase da descoberta do sexo.
Outro destaque é William H. Macy, que interpreta o padre, confidente e amigo de Mark. Os diversos diálogos dos dois são os momentos altos do filme: divertidos, sinceros e honestos.
Eu adorei o filme, mesmo sendo até "certinho" demais. Mas nos dias atuais, que ninguém dá a mínima para os sentimentos dos outros, esse filme foi uma lavada d'alma.

Nota: 8

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As Sessões (The Sessions)
Diretor: Ben Lewin
Atores: John Hawkes, Helen Hunt, William H. Macy e Moon Bloodgood
2013, comédia dramática

As Palavras (The Words)

Rory Jansen (Bradley Cooper) é casado com Dora (Zoe Saldana) e trabalha em uma editora de livros. Ele sonha em publicar seu próprio livro, mas a cada nova tentativa se convence mais de que não é capaz de escrever algo realmente bom. Um dia, em uma pequena loja de antiguidades, ele encontra uma pasta com várias folhas amareladas. Rory começa a ler e logo não consegue tirar a história da cabeça. Logo ele resolve transcrevê-la para o computador, palavra por palavra, e a apresenta como se fosse seu livro. O texto é publicado e Rory se torna um sucesso de vendas. Entretanto, tudo muda quando ele conhece um senhor (Jeremy Irons) que lhe conta a verdade por trás do texto encontrado.

A história é ótima, mas o filme poderia ter sido melhor. Mesmo assim é um filme que tem os seus créditos e merece ser visto.
Neste longa temos o escritor consagrado Clay Hammond (Dennis Quaid) que faz uma leitura do seu último livro em uma universidade. O livro conta a história de Rory Jansen (Bradley Cooper) que sonha em escrever e publicar seu próprio livro, mas mesmo com apoio da esposa Dora (Zoe Saldana), o seu talento tem algumas limitações. Por um golpe do destino, ele acha um manuscrito perdido em uma pasta velha. Rory acaba publicando, como se fosse seu, e o sucesso é imediato e avassalador. Anos depois, o verdadeiro escritor se apresenta fazendo com que Rory fique atormentado com a visita e sua história.
Em ritmo de metalinguagem, o filme cativa e nos faz refletir. O que é história; o que é verdade; qual o verdadeiro poder das palavras ditas e não ditas; vale destruir a vida em prol da realização de um sonho...
Com atuações perfeitas, é Jeremy Irons que realmente encanta e também nos incomoda. Sua participação não é tanta, mas ele ofusca todos que dividem a cena com ele. É prazeroso vê-lo na telona (atualmente na telinha também).

Nota: 8

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As Palavras (The Words)
Diretor: Brian Klugman, Lee Sternthal
Atores: Bradley Cooper, Zoe Saldana, Dennis Quaid e Jeremy Irons
2013, drama - romance

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016






Alan Rickman
Alan Sidney Patrick Rickman

21 de fevereiro de 1946, Hammersmith, Londres / 14 de janeiro de 2016, Londres






"Quando eu tiver 80 anos, sentado na minha cadeira de balanço, eu ainda vou esta lendo Harry Potter. E a minha família vai dizer, depois de todo esse tempo?' E então eu vou responder , 'Always (sempre)'"



Minha homenagem ao eterno Hans, coronel Brandon, Harry, voz de Marvin, juiz Turpin e Severo Snape entre tantos e tantos outros personagens...





David Bowie
David Robert Jones

08 de janeiro de 1947, Brixton, Londres / 10 de janeiro de 2016, Nova Iorque, EUA






"Eu não sei para onde vou a partir daqui, mas eu prometo que não vai ser chato."



Minha homenagem ao eterno camaleão.

terça-feira, 12 de agosto de 2014






Lauren Bacall
Betty Joan Perske

16 de setembro de 1924, Bronx, Nova Iorque, EUA / 12 de agosto de 2014, Nova Iorque, EUA






"Não gosto que me chamem de lenda do cinema. Lendas são coisas mortas, e eu estou bem viva."



Minha homenagem a eterna diva dos anos dourados de Hollywood.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014






Robin Williams
Robin McLaurim Williams

21 de julho de 1951, Chicago, Illinois, EUA / 11 de agosto de 2014, Califórnia, EUA






"Costumava pensar que a pior coisa da vida era terminar só, mas não é. A pior coisa da vida é terminar com alguém que te faz sentir só."



Minha homenagem a um dos mais incríveis atores de Hollywood, que com sua atuação perfeita fez de filmes como Amor Além da Vida; Tempo de Despertar; Sociedade dos Poetas Mortos; Gênio Indomável, entre tantos outros, uma verdadeira aula de atuação.

sábado, 5 de abril de 2014






José Wilker

Juazeiro do Norte, CE, 20 de agosto de 1947 / Rio de Janeiro, RJ, 05 de abril de 2014






"Sinto falta da minha ingenuidade. A gente vai perdendo ela com o tempo, né? É muito bom ter ingenuidade. É por ingenuidade que você tem fé em certas coisas. Eu ainda tento investir na minha."



Minha homenagem a um dos melhores atores do mundo.

segunda-feira, 3 de março de 2014

12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave)

Esta história, baseada em fatos reais, apresenta Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um escravo liberto que é sequestrado em 1841 e forçado por um proprietário de escravos (Michael Fassbender) a trabalhar em uma plantação na região de Louisiana, nos Estados Unidos. Ele é resgatado apenas doze anos mais tarde, por um advogado (Brad Pitt).

Não sei se estou ficando insensível (acho que não !), mas o fato é que não me debulhei em lágrimas ao assistir o filme e nem achei um filme "difícil" de se ver, como li e ouvi várias pessoas falando.
Claro que a história, baseada em fatos reais, é triste e revoltante e, porque não dizer, atual, mas achei que o roteirista e o diretor Steve McQueen (nada a ver com o saudoso ator) foram práticos e limpos, sem pieguices bobas. Não é necessário violência destemperada, mas a medida certa dela provoca muito mais reação.
A interpretação de Chiwetel Ejiofor (fez o personagem principal Solomon Northup) é magistral. Ele fala com os olhos e isso é desconcertante... O que a boca não verbaliza o olhar entrega.
Algumas pessoas comparam este filme a série Raízes (Roots), exibida por aqui no fim dos anos 70. Eu vi essa série e quem assistiu sabe que jamais se esquecerá da história de Kunta Kinte. A série Raízes foi muito mais visceral, mas de qualquer modo não significa que 12 Anos de Escravidão seja menos pungente. Muito pelo contrário !

Nota: 8
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12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave)
Diretor: Steve McQueen
Atores: Chiwetel Ejiofor, Benedict Cumberbatch, Brad Pitt e Michael Fassbender
2013, drama

Oscar 2014

Tendo como anfitriã a apresentadora e comediante Ellen DeGeneres, a 86ª cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA ocorreu hoje.
Veja quem são os grandes vencedores deste ano !

Melhor filme: 12 Anos de Escravidão
Melhor ator: Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas)
Melhor atriz: Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Melhor ator coadjuvante: Jared Leto (Clube de Compras Dallas)
Melhor atriz coadjuvante: Lupita Nyong'o (12 Anos de Escravidão)
Melhor diretor: Alfonso Cuarón (Gravidade)
Melhor roteiro original: Ela
Melhor roteiro adaptado: 12 Anos de Escravidão
Melhor filme em lingua estrangeira: A Grande Beleza
Melhor longa animado: Frozen - Uma Aventura Congelante
Melhor trilha sonora original: Gravidade
Melhor canção original: "Let it Go" (Frozen - Uma Aventura Congelante)
Melhores efeitos visuais: Gravidade
Melhor maquiagem e penteado: Clube de Compras Dallas
Melhor fotografia: Gravidade
Melhor figurino: O Grande Gatsby
Melhor design de produção: O Grande Gatsby
Melhor documentário: 20 Feet From Stardom
Melhor documentário de curta-metragem: The Lady in Number 6: Music Saved My Life
Melhor montagem: Gravidade
Melhor curta: Helium
Melhor curta animação: Mr. Hublot
Melhor edição de som: Gravidade
Melhor mixagem de som: Gravidade

domingo, 2 de fevereiro de 2014






Philip Seymour Hoffman

Fairport, 23 de julho de 1967 / Nova Iorque, 2 de fevereiro de 2014






"A vida é muito engraçada quando você está olhando objetivamente, do lado de fora."



Minha homenagem a um dos melhores atores do cinema mundial.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

A Menina que Roubava Livros (The Book Thief)

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus vizinhos, incluindo um homem judeu que vive na clandestinidade.

A Menina que roubava livros é baseado na obra de mesmo nome, de Markus Zusak (um dos roteiristas do filme) que, só aqui no Brasil, vendeu mais de 2 milhões de exemplares. É um filme digno, mas para quem, como eu, leu o livro, sentirá falta de vários detalhes. Com isso, a emoção gerada é totalmente diferente da do livro ou pior, nem há emoção. Este foi o meu caso. Apenas assisti o filme, mas os detalhes básicos não estavam lá para emocionar-me.
Percebam, o filme é bom, mas o foco do filme ficou diferente do foco do livro. No livro, a Morte conta a história de Liesel. As situações giram em torno dela e nós vemos o crescimento dela em vários momentos. O mesmo não ocorre com o filme. Basicamente o foco do filme se tornou a vida sofrida durante a Segunda Guerra e o que as pessoas faziam para amenizar.
Sophie Nélisse fez uma Liesel Meminger com extrema delicadeza, mas a figura dela não preencheu o meu ideal de Liesel. Eu não personifiquei Liesel dessa maneira: loira de olhos claros, por exemplo.
Já Geoffrey Rush fez um Hans, pai de Liesel, perfeito. Ele é um daqueles poucos atores mediúnicos que incorporam o personagem. Dá gosto de ver ! O jovem Nico Liersh interpretou Rudy, o melhor amigo de Liesel. Encaixou no meu imaginário com perfeição. Ele fez um Rudy perfeito !
É um bom filme que vale a pena ser visto, mas por favor, caso não tenha lido o livro, pegue-o e leia. Você se emocionará com a história de Liesel Meminger.

Nota: 7
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A Menina que Roubava Livros (The Book Thief)
Diretor: Brian Percival
Atores: Barbara Auer, Emily Watson, Geoffrey Rush e Sophie Nélisse
2014, drama

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Última Viagem a Vegas (Last Vegas)

Três grandes amigos vão à cidade de Las Vegas para a despedida de solteiro de um quarto amigo do grupo, um solteirão convicto que decidiu se casar com uma garota muito mais jovem.

o que dizer de um filme com 4 feras: DeNiro, morgan Freeman, Michael Douglas e Kevin Kline ? TODOS maravilhosos, mas a ranzinzice de DeNiro e o estilo "safado cool" de Freeman foram incríveis.
A história é uma bobagem só, mas quem liga ?! Estamos diante de uma aula de interpretação, de autêntico "play". Os 4 brincam em cena e nos levam com eles.

Nota: 8
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A Última Viagem a Vegas (Last Vegas)
Diretor: Jon Turteltaub
Atores: Michael Douglas, Robert De Niro, Morgan Freeman e Kevin Kline
2013, comédia

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Globo de Ouro 2014

Neste domingo 12 e novamente apresentado pelas atrizes Tina Fey e Amy Poehler, aconteceu no International Ballroom do Hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills a 71ª entrega do Globo de Ouro.
Saiba quais foram os ganhadores deste ano:

Melhor Filme Drama: 12 Anos de Escravidão
Melhor Filme Musical/Comédia: Trapaça
Melhor Ator Drama: Matthew McConaughey (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Drama: Cate Blanchett (Blue Jasmine)
Melhor Ator Musical/Comédia: Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street)
Melhor Atriz Musical/Comédia: Amy Adams (Trapaça)
Melhor Ator Coadjuvante: Jared Leto (Dallas Buyers Club)
Melhor Atriz Coadjuvante: Jennifer Lawrence (Trapaça)
Melhor Diretor: Alfonso Cuaron (Gravidade)
Melhor Roteiro: Spike Jonze (Ela)
Melhor Filme em Lingua Estrangeira: A grande beleza (Itália)
Melhor Longa Animado: Frozen: Uma aventura congelante
Melhor Trilha Sonora Original: "All Is Lost"
Melhor Canção Original: Ordinary Love (Mandela: Long Walk to Freedom)
Melhor Série Drama: Breaking Bad
Melhor Atriz em Série Dramática: Robin Wright (House of Cards)
Melhor Ator em Série Dramática: Bryan Cranston (Breaking Bad)
Melhor Série Comédia/Musical: Brooklyn Nine-Nine
Melhor Atriz em Série Musical/Humor: Amy Poehler (Parks and Recreation)
Melhor Ator em Série Musical/Humor Andy Samberg (Brooklyn Nine-Nine)
Melhor Minissérie ou Telefilme: Behind the Candelabra
Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: Jacqueline Bisset (Dancing on the Edge)
Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: John Voight (Ray Donovan)
Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme: Elisabeth Moss (Top of the Lake)
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme: Michael Douglas (Behind the Candelabra)

Prêmio Cecil B. DeMille - Woody Allen (Diane Keaton representou-o)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Na Estrada (On The Road)

Nova York, Estados Unidos. Sal Paradise (Sam Riley) é um aspirante a escritor que acaba de perder o pai. Ao conhecer Dean Moriarty (Garrett Hedlund) ele é apresentado a um mundo até então desconhecido, onde há bastante liberdade no sexo e no uso de drogas. Logo Sal e Dean se tornam grandes amigos, dividindo a parceria com a jovem Marylou (Kristen Stewart), que é apaixonada por Dean. Os três viajam pelas estradas do interior do país, sempre dispostos a fugir de uma vida monótona e cheia de regras.

Baseado no livro homônimo de Jack Kerouac, escrito em 1951, o filme foi dirigido pelo brasileiro Walter Salles.
Não li o livro, mas está na minha vasta lista de livros a serem lidos. Portanto, não posso comentar se, por exemplo, o filme pegou o espírito do livro. Porém, confesso que achei o filme chato.
OK, o filme retrata uma geração, a geração beat, cheia de rebeldia e disposição para levar uma vida nômade e desregrada. Hoje, para nós, esse tipo de vida não nos enche os olhos. Assim, o espírito beat não me disse nada. Fica valendo apenas a amizade louca e corrosiva entre os 4 personagens principais: Sal, Dean, Marylou e Camille.
Torno a dizer que não li o livro, mas o fato é que quando finalmente isso acontecer, certamente farei questão de rever o longa.

Nota: 7

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Na Estrada (On The Road)
Diretor: Walter Salles
Atores: Garrett Hedlund, Sam Riley, Kristen Stewart e Amy Adams
2012, drama


Liz & Dick (Liz & Dick)

Elizabeth Taylor (Lindsay Lohan) era considerada a mulher mais linda do mundo e uma das atrizes mais bem pagas em Hollywood durante a década de 1960. Durante as filmagens de "Cleópatra" ela conheceu Richard Burton, um ator de renome vindo do teatro que tinha a fama de ter casos com todas as atrizes com quem contracenava. Apesar da relutância inicial, não demora muito para que eles engatem um romance. O caso logo vira um escândalo quando vem a público, não apenas pela notoriedade de ambos mas também por serem casados com outras pessoas quando tudo começou.

A crítica meteu o malho neste filme feito para tv e estrelado pela problemática Lindsay Lohan.
Achei o filme pobre e todos os atores estavam atuando, ou seja, não vi credibilidade em suas interpretações. Todos estavam com piloto automático ligado, nada mais.
O filme, como o nome já diz, trata apenas da relação entre Elizabeth Taylor e Richard Burton (Grant Bowler), que sempre foi uma montanha-russa regada a muuuuuuuuuuuuuita bebida.
É uma pena que esse relacionamento tenha sido tratado de uma maneira tão simplória em um roteiro medíocre. Liz e Dick foram protagonistas de uma tórrida paixão que, para a época, foi um escândalo sem limites.
De qualquer forma vale a pena assistir ao filme.

Nota: 7
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Liz & Dick (Liz & Dick)
Diretor: lloyd Kramer
Atores: Lindsay Lohan, Grant Bowler, Tanya Franks e David Hunt
2013, biografia - drama

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Até que a Sorte nos Separe

Tino é um pai de família comum que vê sua vida virar de ponta a cabeça após ganhar na loteria. Levando uma vida de ostentação ao lado da mulher, Jane, ele gasta todo o dinheiro em 15 anos. Ao se ver quebrado, Tino aceita a ajuda do vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas), um consultor de finanças super burocrático e que por sinal vive seu próprio drama ao enfrentar uma crise no casamento com Laura (Rita Elmôr). Tentando evitar que Jane descubra a nova situação financeira, afinal ela está grávida do terceiro filho não pode passar por fortes emoções, Tino se envolve em várias confusões para fingir que tudo continua bem. Para isso, conta com ajuda do melhor amigo, Adelson (Aílton Graça), e dos filhos.

Uma das coisas que o cinema brasileiro faz de melhor é comédia. Não que os outros estilos não sejam bons, mas na comédia somos excelentes. Acho que o espírito, principalmente do carioca, é esse mesmo.
Neste filme, porém, o engraçado acaba sendo repetitivo e perdendo a graça.
Adoro o Leandro Hassum, mas no filme ele faz o feijão com arroz de sempre e a história também não ajuda muito. Tino (Hassum), casado com Jane (Winits), ganha o prêmio máximo da loteria. Em 15 anos ele gasta tudo e se vê obrigado a fingir que tudo continua bem. É clichê demais !
Com atuações regulares, com uma e outra gracinha que dá até para rir, o filme é fraco, muito fraco. Vale para assistir em uma tarde chuvosa, com um balde de pipoca.

Nota: 6

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Até que a Sorte nos Separe
Diretor: Roberto Santucci
Atores: Leandro Hassum, Danielle Winits, Ailton Graça e Kiko Mascarenhas
2012, comédia


O Homem da Máfia (Killing them softly)

Nova Orleans. Um assalto a um jogo de pôquer ilegal, cujos participantes eram integrantes da máfia, abala o submundo do crime. O matador profissional Jackie Coogan (Brad Pitt) logo é contratado para investigar o caso, já que os chefões da máfia desejam que os responsáveis sejam punidos, mas sem estardalhaço. Entretanto, a hesitação de alguns dos participantes coloca a situação ainda mais fora de controle. Dirigido por Andrew Dominik (O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford) e com Richard Jenkins, Ray Liotta e James Gandolfini no elenco.

O Homem da Máfia, Brad Pitt, propriamente dito, só surge após 30 minutos de filme e ele nada mais é do que um resolvedor de problemas ou, simplesmente, um limpador de merda.
Com interpretações no estilo "sou da máfia" (cara de mau, testa enrugada, fala mansa, diálogos cínicos e duros, olhar falso distante...) o filme é interessante, mas é tão linear e óbvio que perde o brilho ao longo da sessão, mesmo com pitadas de humor negro e cena superbem feita, com câmera super lenta de um assassinato que, sem dúvida, vale 40% do filme.
Msmo não sendo uma "brastemp" (entreguei minha idade nesse comentário... rs) o filme é bom e Brad Pitt continua lindo ! :)

Nota: 7
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O Homem da Máfia (Killing them softly)
Diretor: Andrew Dominik
Atores: Brad Pitt, Scoot McNairy, Ben Mendelsohn e James Gandolfini
2012, policial

As Mil Palavras (A Thousand Words)

Jack (Eddie Murphy) é um empresário de uma agência literária que tem na sua falta de sinceridade a sua principal arma, no entanto, ele irrita tanto o seu assistente Aaron (Clark Duke). Suas atitudes ameaçam seu casamento com Caroline (Kerry Washington) que deseja que o marido passe mais tempo com a família. Jack desesperado procura um guru chamado Dr. Sinja (Cliff Curtis). Nesta seção, Jack sofre repercussões cármicas e é atingido com magia pelo Dr. Sinja, que lança uma folha para cada palavra que Jack fala. Agora Jack descobre que tem somente mais mil palavras antes de morrer.

Eddie Murphy há muito não é mais o mesmo, chegando a ser chato, inclusive, mas este filme é interessante.
Assisti despretensiosamente em casa, pela TV e deu para distrair e tirar umas boas risadas.
Jack McCall (Eddie) é um agente literário bem sucedido e um tantinho mal caráter. Ao negociar a publicação de um livro espiritualizado, sofre uma maldição: ter a sua vida atrelada a uma árvore mágica. A cada palavra que ele diga, uma folha cai e qualquer coisa que aconteça com a árvore, ele sente. É uma roubada mágica !
Tudo bem que o filme é clichê e obviamente sabemos no que vai dar, mas o longa é gostoso de assistir e Murphy está muito bem... Como nos velhos tempos, eu diria !
Além disso, não tive como não deixar de observar: se fosse comigo, teria morrido rapidinho, já que falo pelos cotovelos ! rs

Nota: 7
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As Mil Palavras (A Thousand Words)
Diretor: Brian Robbins
Atores:Eddie Murphy, Kerry Washington, Allison Janney e Clark Duke
2012, comédia - drama

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Contrabando (Contraband)

Chris Farraday (Mark Wahlberg) já tinha largado a vida de contrabandista, mas Andy (Caleb Jones), o irmão de sua esposa Kate (Kate Beckinsale), se meteu numa jogada e perdeu a mercadoria. Agora, ele precisa voltar à ativa para recuperar o prejuízo porque Tim Briggs (Giovanni Ribisi) e seus capangas, começam a ameaçar sua esposa e a família. Começa então uma forte pressão e Chris vai precisar de toda a sua experiência e contatos para vencer essa corrida contra o relógio e pagar uma dívida de milhões de dólares.

Ok, a história não é nem um pouco original. Ok, há clichês demais no filme. Ele tem ação, humor e faz direitinho o que se propõe: distração sem uso do lado esquerdo do cérebro. Ou seja, é bom para passar o tempo.
Chris (Mark Wahlberg) é contrabandista profissional aposentado, mas se vê obrigado a fazer mais um trabalho sujo, uma vez que seu cunhado (é incrível como essa categoria familiar sempre dá problema) se envolve em um frustrado contrabando e acaba devendo uma fortuna.
Acho que poderíamos chamar Mark Wahlberg de mister ação. Adoro Wahlberg e ele está muito bem, mesmo que o jeitão seja o de sempre: caladão e sisudo.
O filme tem reviravolta e, obviamente, um final clichê. Ora bolas, nem tudo o que a gente gosta tem que trazer lição de moral ou explicar a real necessidade da física quântica em nossas vidas etc. Há momentos em que queremos apenas assistir um longa de ação e comer pipoca. Para isso, esse filme é muito bom.
Mesmo assim esta produção dirigida pelo estreante, em Hollywood, Baltasar Kormákur, islandês de nascimento, não começou muito bem por aqui, já que “Contrabando” foi parar direto nas prateleiras das locadoras de DVDs.

Nota: 7
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Contrabando (Contraband)
Diretor: Baltasar Kormákur
Atores: Mark Wahlberg, Kete Beckinsale, Ben Foster e Giovanni Ribisi
2012, ação - suspense