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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Minhas TOP Séries - 2010

Com a chegada das festas de fim de ano, nada mais clássico do que as listas. Por isso, resolvi fazer as minhas listas de séries e filmes preferidos.
Começarei com as séries que fizeram a minha cabeça nesse ano de 2010 e já torço para que continuem fazendo no próximo ano.
Tentarei evitar os “spoilers”.


> Bones (Bones) – Drama, Policial – Atores: Emily Deschanel, David Boreanaz
A série trata de investigação em casos de assassinato tratados pelo FBI envolvendo com os restos mortais das vítimas - especialmente ossos - que são analisadas pelos pesquisadores do Jeffersonian Institution comandados pela Dra. Temperance “Bones” Brennan (Emily Deschanel) após terem sido trazidos pelo agente especial Seeley Booth (David Boreanaz).


Uma série cheia de esqueletos, vermes, com diálogos rápidos e cheios de termos específicos dos cientistas, mas tudo regado com muito bom humor.
Todos os atores estão perfeitos em seus personagens. Adoro a dupla razão e emoção e, claro, faço parte daqueles fãs que adorariam que a dupla Bones & Booth finalmente formasse um casal romântico. Talvez o chame da série seja exatamente a não realização desse nosso desejo.


> Brothers & Sisters (Brothers & Sisters) – Comédia, Drama – Atores: Sally Field, Calista Flockhart, Rachel Griffiths, Dave Annable
Brothers & Sisters retrata os dramas de uma família moderna. A série conta os segredos da família Walker, que começam a vir à tona quando morre William Walker, o patriarca da família. Na tentativa de recompor a família como o porto seguro, Nora Walker (Sally Field) e seus cinco filhos; Sarah (Rachel Griffiths), Thomas (Balthazar Getty), Kevin (Matthew Rhys), Justin (Dave Annable) e Kitty (Calista Flockhart), tentam balancear suas próprias vidas refletindo as contradições, os dramas e os segredos dos laços familiares.


Estou achando que a série não emplacará a 6ª temporada e é uma pena.
B&S é um show de atuação, com diálogos rápidos e sarcásticos. Sally Field, minha eterna noviça voadora, continua arrasando, mas o personagem que mais gosto é o Kevin (Matthew Rhys) que faz o filho advogado abertamente gay. Ele é hilário e nada caricato. Um fofo!


> Dexter (Dexter) - Drama, Crime, Mistério, Suspense – Atores: Michael C. Hall, Jennifer Carpenter
De dia, Dexter (Michael C. Hall) é um pacato analisador de sangue que trabalha no Departamento de Polícia de Miami. À noite, ele é um assassino serial sangue-frio que mata e fatia em pedaços outros assassinos seriais que a Justiça não conseguiu prender. As habilidades forenses, a dificuldade de se relacionar com pessoas, a aparente falta de sentimentos e os flashbacks com o seu pai adotivo, fazem de Dexter uma série única e inesquecível.


OK, ele é um serial-killer, mas nós o absolvemos porque o seu foco são os bandidos. Na 5ª temporada, Dexter passa por uma reviravolta em sua vida pessoal e nós ficamos aqui, torcendo para que ele reencontre o seu caminho. A atuação de Michael C. Hall é perfeita. A série é apaixonante.


> Glee (Glee) – Comédia, Musical – Atores: Lea Michele, Cory Monteith, Jane Lynch, Matthew Morrison
A história da série é focada nos esforços do professor de espanhol Will Schuester (Matthew Morrison), em reerguer o coral da escola William McKinley em Lima, Ohio, chamado de "Glee Club" (Clube do Coral), que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição.


Para mim, tirando um e outro, os musicais são cansativos e chatos, mas Glee me conquistou desde o 1º episódio.
A trilha musical é excelente, os atores cantam muito, as coreografias são boas. Nessa 2ª temporada, os episódios que aborda a religião e o halloween com Rock Horror Show, foram excelentes. Tudo isso apresentado pelos alunos pouco populares e estigmatizados do colégio: Artie, cadeirante; Tina, finge ser gaga; Quinn que fica grávida do melhor amigo do namorado; Kurt, homossexual; Rachael que se acha a última bolacha do pacote; etc.
Embora a treinadora das líderes de torcida, Sue Sylvester, continue insuportável, não tem como não rirmos com seus exageros e neuras. Aliás, ela arrasou cantando a música Vogue!


> The Vampire Diaries (The Vampire Diaries) – Drama, Romance, Terror – Atores: Nina Dobrev, Paul Wesley, Ian Somerhalder
A série se passa na cidade fictícia de Mystic Falls, Virginia, uma cidade carregada de história sobrenatural, e conta a história de Elena Gilbert (Nina Dobrev), que se apaixona por um vampiro de 162 anos de idade, chamado Stefan Salvatore (Paul Wesley). Suas vidas se tornam mais e mais complicada, pois o irmão de Stefan, Damon (Ian Somerhalder) retorna à cidade com uma vingança contra seu irmão. Ambos os irmãos começam a mostrar afeição por Elena, principalmente por causa de sua semelhança com o seu amor do passado, Katherine (Nina Dobrev).


Eu li os livros e posso afirmar: eis uma série que suplanta os livros os quais foi baseada (The Vampire Diaries, da americana Lisa Jane Smith).
Na 2ª temporada o clima está mais intenso uma vez que agora temos a presença de Katherine (ela é ruim mesmo!), lobisomens e novos vampiros, por enquanto.


> True Blood (True Blood) – Drama, Romance, Terror – Atores: Anna Paquin, Stephen Moyer, Alexander Skarsgård
True Blood fala sobre a co-existência de vampiros e humanos em "Bon Tomps", uma pequena cidade fictícia localizada em Louisiana. A série é focada em Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer). Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill em sua cidade.


Confesso que na 1ª temporada eu levei um susto com tantas cenas de sexo, tudo junto e ao mesmo tempo. Depois, acostumei!
Mas a 3ª temporada foi fraquinha demais, muito chata, inclusive. Mesmo assim, foi um verdadeiro colírio poder confirmar o que os sentidos já sabiam: Alexander Skarsgård é um GATO, com ou sem roupa!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dos vampiros nascem os Caçadores de Vampiros

Eu falei que os vampiros não morrem, mas bem que uns tantos tentam (e às vezes conseguem) matá-los e é aí que surgem os caçadores de vampiros!
Em 1997, surge a série teen "Buffy, a caça-vampiros", com Sarah Michelle Gellar no papel título. Buffy não entrou nessa porque quis, mas foi escolhidas para lutar contra o mal, porque seu destino é proteger o mundo de monstros. Tá bom pra você?! Ela bem que matou vários, mas no coração não se manda e aí... Pois é, ela se apaixona pelo vampiro, atenção para a sutileza do nome, Angel (David Boreanaz). Bom, mas vamos combinar, quem não se apaixonaria por esse vampiro?
Mas aí, sabe como é, uma vida de trevas, sofrimento, preocupações, um trabalho estressante e que não ajuda muito, etc, e em 1999 "Angel" tem a sua série própria, só para ele, onde ele caça seus irmãos de trevas e qualquer outro monstro ruim que apareça em Los Angeles.
Em 1998, estréia o filme "Blade, o caçador de vampiros", baseado nas HQ da Marvel. Blade (Wesley Snipes) é um personagem híbrido: 50% humano e 50% vampiro. Por isso, ele é poderoso e imortal, características que herdou do pai, um vampiro que mordeu e matou sua mãe quando ela estava grávida. Com muito ódio no coração, Blade resolveu matar geral, a vampirada. Para quem gosta... Eu detestei o filme e passei bem longe das continuações.
De todos, creio que Van Helsing é, talvez, o caçador de vampiros mais charmoso, famoso e respeitado. Em 2004, ele ganhou um filme, "Van Helsing - o caçador de monstros", estrelado por Hugh Jackman. No filme ele elimina o Drácula e aproveita para também se livrar do lobisomem e de Frankenstein.
Até os vampiros purpurinados da moda têm os seus algozes: os lobisomens. Eles estão a postos, zelando pela paz e sossego da pequena cidade de Forks. Nas horas vagas eles brigam entre si. Mas tem um lobisomen que é especial, é o Jacob (Taylor Lautner) que não se cansa de tentar conquistar a mocinha, Bella Swan que, adivinhem?!, é apaixonada por um vampiro.
O fato é que para cada vampiro existe pelo menos um caçador e ele está atento a sua caça. Portanto, tenha muito cuidado !

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Os Vampiros - Eles não morrem mesmo!


Em pleno século XXI, começamos a sofrer, há 2 anos, a invasão dos vampiros sugadores de sangue, nas nossas telonas de cinema e nas nossas nem tão “telinhas” de televisão. Porém, mesmo um personagem atemporal sofre modificações temporais.
Lembro-me quando finalmente matei a minha curiosidade e assisti, na TV, ao filme “Nosferatu” (1922). Tentei esboçar um certo medo, até por respeito a uma obra clássica, mas não deu... O vampiro era tão caricato que não deu para controlar as risadas em várias cenas.
Outro filme, para mim um dos melhores do gênero terrir, foi “A Dança dos Vampiros”(1967), com Roman Polanski dirigindo e interpretando o medroso assistente Alfred. Não dá para esquecer o vampiro homossexual ou o vampiro judeu, que não sofria nenhum efeito adverso com a tradicional cruz. Ah, e também, é claro, a cena que dá nome ao filme, o baile com todos os vampiros dançando... Antológica!
Vi alguns filmes, não muitos, de Christopher Lee e, confesso: tinha um baita medo dele.
Aí, eis que surge, em 1992, o filme “Drácula de Bram Stoker”, com o fantástico ator britânico, Gary Oldman. Noooossa, chorei, torci, me apaixonei por ele... E olha que ele nem tinha carro volvo prata. Mas foi esse filme, a meu ver, que abriu as portas para outros tantos.
Um dos mais interessantes é “Entrevista com o Vampiro” (1994). Brad Pitt interpreta Louis de Pointe Du Lac, um vampiro, literal e psicologica e espiritualmente sem sangue, cheio de problemas existenciais... Um chato! Mas o filme ganhou sangue e vida com Lestat de Lioncourt, excelente interpretação de Tom Cruise. Um vampiro extremamente sedutor e sem nenhuma moral. Não posso deixar de mencionar as marcantes interpretações de Kirsten Dunst (como Claudia, uma criança vampira) e Antonio Banderas (como Armand).
Em 2008/2009 a vampirada levanta das suas tumbas e invade geral! Na TV surge True Blood (2008), baseada na série de livros Vampiros do Sul, de Charlaine Harris. É uma série mais adulta, com muito sexo. Temos os vampiros e os humanos vivendo, na medida do possível, civilizadamente, principalmente depois que os japoneses (sempre eles) desenvolveram um sangue sintético para exportação. O vampiro Bill Comton (Stephen Moyer) se apaixona pela mortal telepata Sookie Stackhouse (Anna Paquin), e nessa vidinha razoavelmente calma, na cidade de Bon Temps, aparece de tudo: metamorfo, viciados em sangue vampírico, bacante e sabe lá mais o que vira na 3ª temporada. Destaque para Eric Nothman (Alexander Skarsgård), vampiro xerife da Area 5 que deseja ter Sookie e todas nós, telespectadoras mortais, desejamos tê-lo... Que vampiro!
Em 2008 chega nas telas de cinema os vampiros pupurinados da série Crepúsculo, baseado nos livros de Stephenie Meyer, encabeçado pelo galã das teen-agers (e as nem tanto), Robert Pattinson (como Edward Cullen). Também apaixonado por uma mortal, Bella Swan (Kristen Stewart), Edward já é um vampiro modernoso: não possui as famosas presas afiadas, não dorme em caixões, não tem medo de cruz e circula sem problemas durante o dia, desde que não haja sol. Não que ele vá morrer, mas sua pele fica cintilante e aí o povo descobriria que ele e sua família são diferentes...
Voltando para a televisão, em 2009 estréia outra série de vampiros, The Vampire Diaries, mais para o público teen, ou seja, bem menos sexo que o True Blood, mas também baseada nos livros da trilogia Diários do Vampiro, de Lisa Jane Smith. Eu li o primeiro, O Despertar, e gostei muito mais da série. Nós temos uma mortal, Elena Gilbert (Nina Dobrev), que se apaixona pelo vampiro bonzinho Stefan Salvatore (Paul Wesley) que tem um irmão, Damon Salvatore (Ian Somerhalder), que é o vilão, mas que também não é tanto assim vai... O fato é que ela descobre que é a cara de uma mulher que roubou os corações dos irmãos Salvatore e que, inclusive, foi a responsável pela transformação deles como vampiros. Olha o bafão aí! Ah, esses vampiros têm presas e alguns deles podem muito bem andar durante o dia, com ou sem sol, desde que possuam uma espécie de amuleto encantado.
Pois é, os anos passam, os vampiros mudam, mas o fascínio que eles exercem em nós é imortal. Não importa o quão diferentes eles sejam. Tem gente que não gosta de tanta modernidade: "Pô, vampiro que não tem dente e não queima no sol não é vampiro". Eu não sou tão conservadora assim, mas confesso que, de todos, o meu preferido é o Drácula de Bram Stoker, mas minha mente e meu coração estão sempre abertos para novas experiências. Por isso, como não amar, também, os purpurinados?